5 tipos de estruturas
- Vanderlei Schmitz

- 5 de mai.
- 4 min de leitura
Descubra os 5 tipos de estruturas na construção civil que podem transformar seu projeto com mais segurança eficiência economia e liberdade arquitetônica
Entenda como diferentes sistemas estruturais impactam diretamente o custo, o desempenho, a durabilidade e a flexibilidade de obras modernas, além de revelar quais soluções oferecem mais eficiência e sustentabilidade no cenário atual da engenharia
Quando falamos em construção civil, um dos pontos mais importantes — e muitas vezes subestimado — é a escolha do sistema estrutural. Afinal, a estrutura de uma construção funciona como o verdadeiro “esqueleto” da edificação, sendo responsável por manter tudo de pé com segurança e estabilidade.
A informação foi divulgada por “conteúdos especializados em engenharia civil”, que destacam como a escolha entre os diferentes tipos de estruturas na construção civil pode impactar diretamente o custo da obra, o prazo de execução e até mesmo a estética arquitetônica do projeto.
Além disso, com o avanço da tecnologia e a modernização da indústria da construção, novas soluções surgiram ao longo do tempo. Dessa forma, hoje existem diferentes tipos de estruturas, cada uma com características específicas, vantagens e limitações.
Portanto, entender essas diferenças é essencial para quem deseja construir com eficiência, segurança e planejamento estratégico.
Concreto armado e protensão: a base da construção moderna
Primeiramente, civil sem mencionar o concreto armado, considerado o sistema estrutural mais utilizado e mais relevante da história da construção.
Até meados do século XIX, as edificações possuíam um conceito completamente diferente. Naquela época, todas as paredes eram estruturais. Ou seja, além de dividir ambientes, elas também sustentavam a construção. Por isso, ao visitar construções antigas, como casarões coloniais, é comum notar paredes extremamente grossas.
No entanto, esse modelo limitava muito a liberdade arquitetônica. Com isso, a evolução começou a ganhar força na segunda metade do século XX, especialmente com a união de dois materiais já conhecidos: o concreto e o aço.
Assim, surgiu o concreto armado, que combina a alta resistência do aço à tração com a excelente resistência do concreto à compressão. Consequentemente, esse sistema se tornou uma das soluções mais eficientes já criadas.
Além disso, sua popularização foi impulsionada por eventos históricos, como o incêndio de Chicago em 1871. Como muitas construções eram de madeira, grande parte da cidade foi destruída. A partir dessa tragédia, iniciou-se um novo modelo urbano baseado em estruturas mais resistentes, dando origem aos primeiros arranha-céus modernos.
Dentro desse sistema, destacam-se elementos fundamentais como fundações (sapatas), vigas, pilares e o radier — uma fundação rasa que funciona como uma laje diretamente sobre o solo.
Por outro lado, mesmo sendo altamente eficiente, o concreto armado possui uma limitação: sua resistência à tração ainda é relativamente baixa.
Diante disso, surgiu a protensão, uma evolução do sistema tradicional. Nesse caso, cabos de aço são introduzidos no interior do concreto, aumentando significativamente sua resistência à tração.
Dessa maneira, o concreto protendido permite vencer grandes vãos e é amplamente utilizado em obras como pontes e estruturas de grande porte.
Alvenaria estrutural: custo-benefício com limitações importantes
Em seguida, outro sistema bastante conhecido é a alvenaria estrutural, que também possui um papel relevante entre os tipos de estruturas na construção civil.
Basicamente, esse modelo utiliza paredes feitas de tijolos geralmente de concreto que desempenham função estrutural. Ou seja, assim como nas construções antigas, as paredes sustentam a edificação.
Entretanto, ao contrário do passado, hoje esse sistema utiliza materiais mais modernos, o que melhora o custo-benefício da obra.
Apesar disso, existem limitações importantes que precisam ser consideradas. Por exemplo, reformas se tornam extremamente difíceis. Isso ocorre porque quebrar uma parede pode comprometer toda a estrutura da construção.
Além disso, há uma necessidade maior de integração entre os projetos complementares, como hidráulica e elétrica. Afinal, qualquer erro pode exigir a reformulação completa do projeto.
Consequentemente, problemas simples — como uma tubulação mal posicionada — podem se tornar permanentes, já que alterações estruturais nem sempre são viáveis.
Por esse motivo, a alvenaria estrutural é mais utilizada em construções padronizadas, como prédios residenciais. Inclusive, esses edifícios geralmente não ultrapassam cinco pavimentos.
Mesmo assim, trata-se de uma opção bastante utilizada, especialmente quando o objetivo é reduzir custos e acelerar o processo construtivo.
Steel frame e wood frame: o futuro sustentável da construção civil
Por fim, entre os tipos de estruturas na construção civil, destacam-se os sistemas mais modernos: o Steel Frame e o Wood Frame.
Ambos fazem parte da chamada construção seca, ou seja, métodos que não utilizam água no processo construtivo. Como resultado, apresentam menor impacto ambiental e menor geração de resíduos.
Além disso, esses sistemas oferecem uma grande vantagem: a agilidade. Isso acontece porque os materiais chegam praticamente prontos ao local da obra, sendo apenas montados.
Dessa forma, o tempo de construção é reduzido significativamente.
A principal diferença entre os dois sistemas está no material utilizado. Enquanto o Steel Frame utiliza estruturas metálicas, o Wood Frame utiliza madeira.
Apesar disso, ambos compartilham características como leveza, precisão e eficiência.
Entretanto, um desafio ainda existente é a disponibilidade de mão de obra especializada, que pode ser mais difícil de encontrar em comparação aos métodos tradicionais.
Ainda assim, esses sistemas vêm ganhando cada vez mais espaço, especialmente em projetos que priorizam sustentabilidade, rapidez e redução de desperdício.
Conclusão: como escolher o melhor tipo de estrutura
Diante de todas essas opções, fica claro que não existe um único sistema ideal para todas as situações.
Na verdade, a escolha entre os tipos de estruturas na construção civil depende de diversos fatores, como orçamento, tipo de projeto, localização e objetivos da obra.
Enquanto sistemas tradicionais, como o concreto armado, oferecem robustez e versatilidade, soluções modernas, como o Steel Frame, trazem inovação e sustentabilidade.
Portanto, o mais importante é analisar cuidadosamente cada alternativa e escolher aquela que melhor atende às necessidades do projeto.
Qual desses tipos de estrutura você escolheria para o seu projeto e por quê?
Fonte: clickpetroleoegas.com.br

Eu optei pelo Steelframe! Rapidez, organização e processo exato de execução! Não tive dores de Cabeça!